Bolsas de energia

A beleza da olheira é a beleza do trabalho
A ruína da mesma é o jogar-se no assoalho
Sem saber o porquê tudo que faço é falho
Não importa o que tente pra eu não ser falho

Achei que o dom de dormir viesse do berçário.

-R.C.

Sou tudo, sou nada

Eu pessoa
Eu ego
Altéres a toa
Caracteriso cego

Eu alma
Eu espírito
Ninguém se salva
Mas eu até minto

Eu corpo
Eu invisível
Há algo no copo
Líquido sensível

Eu mente
Eu sensação
Ninguém entendo
O poder do não.